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quarta-feira, 7 de maio de 2014

Professores Motivados: ideias de dinâmicas para motivar

A abordagem sobre a necessidade de alunos motivados e interessados é tradicional nas discussões pedagógicas.


O aluno, corresponde, de fato, por uma lado da corda do aprendizado. No entanto, por muitas vezes, o outro lado, responsável pela disseminação do conhecimento e da informação também é esquecido. 




Segundo especialistas nas áreas de treinamento e desenvolvimento humano, professores que atuam motivados e acreditam em seu potencial de importância diante da educação, transmitem seu conhecimento com mais eficácia, energia e entusiasmo. Portanto, o ato de motivar educadores influencia diretamente no rendimento e aproveitamento dos alunos. 


Nesse sentido, potencializam as possibilidades de aprendizado, pois, dedicam a ciência para potencializar o aprendizado. No entanto, diante de certas dificuldades como conquistar tal sentimento?


Na verdade, parece mais complexo do realmente é. Formas criativas podem ser bem vindas para cativar o professor. 




Por isso, a Cequipel no dia 28 de abril, dia mundial da educação, trouxe algumas ideias de dinâmicas para motivar e reconhecer o papel fundamental que o educador ocupa na cadeia de ensino.




1ª Dinâmica: Ninguém está só.

  • Objetivo da atividade: estimular a integração, a participação e a confiança na execução das atividades acadêmicas da instituição de ensino.
  • Material: Vendas para todos os participantes, espaços diferentes (salas de aula, salas de reunião ou biblioteca).
  • Procedimento: Vende os olhos de todos os professores. Conduza cada participante até seu devido lugar (outra sala) sem comentar nada. Terminada a separação, oriente a volta de todos. Se possível é interessante que todos estejam descalços para que possam sentir todos os obstáculos no chão. Todas as pessoas deverão retornar a sala de início, sem perceber que outros participantes estão na sala e que estão vedados. Aos poucos, diante dos comentários e auxílios será perceptível que estão em grupo. Terminada a dinâmica, incentive o bate–papo sobre confiança. Deixe claro que não estão sozinhos! E que para executar tarefas em equipe, basta confiar. 
  • Lição: Professores devem confiar uns nos outros, o ensinar é coletivo! E quando todos trabalham em prol de um único objetivo conseguem atingir metas maiores com mais facilidade.

2ª Dinâmica: Conheço meu filho?

  • Objetivo da atividade: Um das causas da desmotivação dos educadores é a falta de participação do aluno no processo de aprendizado. Por um dos lados já estar “corrompido”, acaba “corrompendo” também o outro lado da corda. A solução nestes casos é a intervenção dos pais. Muitos professores solicitam o acompanhamento em casa, seja na observação da execução de tarefas ou nas dificuldades de aprendizado. No entanto, mesmo após algumas tentativas, alguns pais não reconhecem o chamado. E o motivo? Não acompanham e conhecem seus filhos.
  • Material: Papel e caneta.
  • Procedimento: Solicite que os alunos escrevam em um papel pequeno a seguinte frase: ‘Eu amo a minha família’. O bilhete não pode ser assinado! Depois, todos os bilhetes deverão ser guardados e apresentados para os no dia da reunião de pais e mestres. Em momento oportuno, espalhe os recados em uma mesa e peça que os pais encontrem o bilhete do seu filho(a). 
  • Lição: Essa atividade simples pode revelar muitas coisas, entre elas se os pais estão realmente acompanhando as atividades escolares e o desenvolvimento da aprendizagem das crianças.
Fonte: Cequipel

terça-feira, 29 de abril de 2014

Uma escola sem barreiras: espaços adaptados para alunos com deficiência

Com criatividade o envolvimento da equipe, medidas simples podem facilitar o acesso e a inclusão de todos.

Quando a Educação começou a se massificar no Brasil, na primeira metade do século 20, crianças com deficiência ainda eram tratadas como caso de saúde. Estavam fora das escolas, que foram construídas sem que se levassem em consideração as necessidades especiais que elas pudessem ter. A transformação do espaço físico, portanto, é um dos desafios a superar neste momento, em que todos os que têm deficiência devem estar matriculados na rede de ensino regular.




Adequar apenas a escola, porém, não basta. As mudanças necessárias são maiores do que a instalação de rampas, elevadores e banheiros adaptados. Elas precisam chegar à sala de aula, onde muitas vezes atitudes são mais bem-vindas do que grandes reformas. Na EM Coronel Epifânio Mendes Mourão, em São Gonçalo do Pará, a 118 quilômetros de Belo Horizonte, a professora Amanda Rafaela Silva procurou a direção e a coordenação pedagógica quando soube que receberia João Vitor Silva, 7 anos, com deficiência múltipla, em sua turma de Educação Infantil.


"Transferimos a turma para uma sala maior porque o João Vitor se locomove em cadeira de rodas, e passei a organizar a classe em grupos, dois de cinco e dois de seis, para abrir mais espaço para a circulação dele", explica Amanda. "Além disso, em grupos também podemos desenvolver diversas atividades." A psicopedagoga Daniela Alonso, consultora da área de inclusão e selecionadora do Prêmio Victor Civita - Educador Nota 10, aprova a iniciativa da professora. "A reorganização do espaço físico é a função inicial da escola e pequenas mudanças podem garantir a acessibilidade da criança às aulas." 




Quando os colegas estão trabalhando com as letras móveis, a alternativa encontrada para João Vitor, que tem baixa visão, é o uso de letras feitas de borracha em tamanho ampliado. Maria Helenita ajuda o garoto a reconhecer, pelo tato, o formato da primeira letra de seu nome. "Como ele não desenvolveu a linguagem oral, o fato de manusear a letra e mostrá-la é uma maneira de participar do conteúdo proposto pela professora", analisa Daniela. "Utilizar a percepção tátil com a ajuda da monitora é uma forma de reconhecer as competências do menino e pode ser um estímulo para novas aquisições." Daniela também elogia a designação da professora monitora. "O quadro docente foi reorganizado para atender a uma necessidade específica. É importante que as duas participem de reuniões periódicas, integrando o trabalho com especialistas da Educação Especial", aconselha.


"A professora Amanda é muito dedicada e aceitou meu filho como um desafio no trabalho dela. Sei que o João Vitor tem dificuldades, mas só o fato de ele participar dessa rotina já é ótimo. Acho que ele queria frequentar a escola havia muito tempo e eu não tinha percebido", diz a mãe, Sonia.

Arremessos pelo som

Em Taboão da Serra, na região metropolitana de São Paulo, a EMEF Antônio Fenólio trabalha com 25 incluídos em salas regulares. A unidade, que desde 2002 mantém uma sala de recursos, também conta com o apoio de uma equipe preparada para dar suporte pedagógico aos professores e orientações aos jovens no contraturno. Ali, algumas flexibilizações de espaço foram feitas pelo professor Anderson Martins para permitir a participação de quem tem deficiência visual nas aulas de Educação Física.


Foto: Marcelo Min
BASQUETE SONORO A adaptação da quadra pelo professor Martins permitiu a participação de Tainara.

Para Daniela Alonso, Martins acertou ao flexibilizar o espaço e os recursos. "Essa proposta mostra como é possível garantir a participação, o respeito à diversidade e a consideração das necessidades individuais", analisa. De acordo com a consultora, o professor deve planejar, mas também contemplar ajustes sugeridos pelos alunos. Assim, o próprio estudante com deficiência pode indicar suas necessidades. "É importante salientar que as práticas flexibilizadas podem ser momentos de aprendizagem para todos. Aqueles que participam das estratégias diferenciadas também têm a oportunidade de reforçar ou desenvolver novas habilidades", destaca Daniela.


Apesar da dificuldade de encestar a bola, a aluna Tainara Monteiro Maria, 13 anos, conta que se diverte durante a atividade. Aluna da 6ª série, ela tem baixa visão (enxerga sombras). "A maioria dos meus arremessos bate no aro e não entra, mas eu acertei uma vez", conta, comemorando. "É difícil acertar. Muitos dos meus colegas que enxergam também não conseguem." Renato Barbosa de Almeida, 14 anos, que cursa a 7ª série e também tem deficiência visual, aprova o jogo. "Eu gosto de Educação Física, principalmente quando tem futebol e basquete. Com o tapete e o bastão na aula de arremesso, eu também participo."


Além das propostas diversificadas, também podem fazer parte das aulas de Educação Física, nos conteúdos correspondentes, o estudo e o conhecimento de práticas específicas para deficientes. "Um bom exemplo é o reconhecimento das modalidades paraolímpicas, que crescem no Brasil", sugere Daniela.

Momento da roda

Em Ananindeua, na região metropolitana de Belém, o Centro Educacional Sesc Ananindeua trabalha com inclusão desde 1995 e, atualmente, conta com dez crianças com deficiência em salas regulares. Na Educação Infantil, está Glenda de Moraes de Magalhães, 5 anos, que não anda e tem comprometimento motor.


Para que ela pudesse participar das várias atividades, a professora Andreza Roseane da Silva Gomes fez algumas adaptações no espaço. No momento da roda, por exemplo, quando a meninada se senta no chão, ela forma o círculo próximo da parede. Assim, com o uso de almofadas e travesseiros, Glenda pode ficar encostada e junto aos colegas. Nesse momento, a professora trabalha com fichas em que o nome dos pequenos é escrito. "Cada um pega a sua e coloca no quadro de chamada. Para que Glenda possa fazer isso como os demais, coloquei o quadro mais próximo ao chão. Ela se arrasta e dá conta da tarefa", conta Andreza. O objetivo da atividade é criar uma relação de identidade com os nomes. Em roda, a garotada conversa, ouve histórias, canta e trabalha sequências numéricas.


Outra adequação foi feita nas atividades diversificadas (ou cantos). Em geral, os pequenos trocam de mesa para realizar todas as propostas. Com a flexibilização adotada por Andreza, eles permanecem nos grupos e os diversos materiais percorrem as mesas. "Assim a Glenda não precisa se locomover e pode participar também." Nas atividades diversificadas, são trabalhados ao mesmo tempo jogos educativos, como quebra-cabeça, dominó e jogo da memória, leitura de histórias, desenho etc.


Segundo Liliane Garcez, coordenadora da área de Educação e do Serviço de Apoio à Inclusão Escolar da Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), em São Paulo, as atividades flexibilizadas evidenciam o ganho que a inclusão proporciona. "Os exemplos revelam quanto todos podem se beneficiar com a inclusão escolar se tiverem uma postura aberta e ética, já que ela pressupõe o respeito e a valorização das diferenças", analisa Liliane.


Oppitz Tecnologia | Grupo Cequipel

Saúde e Ergonomia

Carteira Informatizada Oppitz é a mais perfeita integração entre o mobiliário escolar e o equipamento de informática. Sendo assim, foram ergonomicamente projetadas para garantir a saúde do aluno, obtendo também o melhor aproveitamento do espaço físico e o máximo de conforto do usuário.


Os monitores que utilizamos por serem maiores (LCD de 14” Widescreen, 15” ou 17”) e estarem corretamente posicionados facilitam muito a leitura dos alunos que não forçam tanto os olhos (visão) e tão pouco a parte cervical da coluna (pescoço) e cabeça para frente.


A disposição do teclado permite uma posição confortável para a coluna torácica e lombar, pois estas partes ficam total e devidamente apoiadas na cadeira durante a sua utilização, também evitam-se bursites e tendinites, ficando os braços em posição normal sem forçá-los para cima.


Monitores de lap tops por exemplo, de tamanho insuficiente e baixa resolução de tela forçam os estudantes a se projetarem para frente, com anteriorização da cabeça, resultando em aumento da cifose torácica, protusão e elevação dos ombros e demasiada sobrecarga no sistema musculoesquelético, notadamente na região cervical. 


Além disso, estes portáteis exigem demasiadamente da visão dos estudantes e assim precocemente os usuários podem vir a sofrer com problemas oftalmológicos e de coluna vertebral.


Ecologia


Não possuem baterias ou peças que possam ser descartadas no meio ambiente assim como acontece, frequentemente, com notebooks, câmeras, celulares e demais portáteis.


Praticidade

Nossas carteiras informatizadas servem como um mobiliário escolar comum permitindo que o professor de a sua aula da forma tradicional através do uso de livros e cadernos, porém com um simples movimento sobre o tampo da mesa, elas “se transformam” em um computador de última geração. 


Assim diminuímos a necessidade do transporte de muitos livros, notebooks ou do deslocamento de alunos até um laboratório isolado.


Controle das aulas

Nossa solução conta com o processamento de dados centralizado em um único servidor, assim é possível restringir o acesso às salas de bate-papos, sites de relacionamento e inibir a instalação de programas não autorizados, conforme o sistema pedagógico da escola e vontade do professor.


Economia

Vêm se falando em conceder a cada aluno um notebook, isso quer dizer que as escolas têm que fornecer um computador para cada estudante das turmas da manhã, tarde e noite. 


Na nossa solução geramos uma maior economia já no investimento inicial, na aquisição de equipamentos de informática, pois estes são dimensionados ao uso em sala de aula, sendo propriedades da escola; ou seja, uma mesma Carteira Informatizada será utilizada por vários alunos de diferentes turnos.


Também oferecemos economia a longo prazo, pois temos outro diferencial marcante, usamos Thin Clients e não computadores comuns. 


Algumas vantagens que os Thin Clients oferecem frente ao uso de PC´s: Menor custo de aquisição; consomem até 88% menos energia elétrica; maior vida útil; invulneráveis a vírus; por não possuírem peças mecânicas têm muito menor ocorrência de defeitos; reduzem os custos com licenciamento e tempo de instalação/atualização de softwares e upgrades.


Segurança

Fornecemos o equipamento de informática já integrado ao mobiliário e ainda para termos uma maior segurança, instalamos dispositivos anti-vandalismos, o que inibe ou elimina a ação de roubos.


No caso do uso de notebooks, os alunos e professores devem transitar com estes aparelhos e ainda correm riscos de assaltos, de caírem e quebrarem, serem usados por outras pessoas ou serem molhados em dia de chuva. 


Com as Carteiras Informatizadas os alunos têm acesso à informática em um local seguro, na própria sala de aula, e o transporte é apenas da "informação", ou seja, através do armazenamento dos conteúdos em Pen Drives. Só se carrega para casa um Pen Drive.


Interatividade

Um enriquecimento maior à disciplina lecionada pode ser gerado a qualquer momento pelo professor, ou até mesmo por um aluno, pois todos são participantes ativos em sala de aula e estão interligados em constante acesso à internet e à infinita disposição de informações que esta oferece, dependendo apenas da autorização e necessidade do professor. 


É possível uma total interação entre os alunos e o educador.

Fonte: Oppitz Soluções Tecnológicas